A infraestrutura de TI da sua empresa está adequada ao modelo híbrido de trabalho?

Vista em ângulo de um corredor de racks de servidores em um Data Center, com luzes vermelhas indicando a atividade dos equipamentos.

A forma como as empresas estruturam seus ambientes de trabalho passou por uma transformação profunda e irreversível. O modelo 100% presencial, predominante por décadas, deu lugar a novas dinâmicas operacionais, nas quais o trabalho remoto e o modelo híbrido se consolidaram como alternativas viáveis, eficientes e, em muitos casos, preferidas pelos profissionais. Nesse novo cenário, a infraestrutura de TI assume um papel central, tornando-se um fator decisivo para a continuidade dos negócios, a produtividade das equipes e a segurança das informações.

Inicialmente adotado de forma emergencial durante a pandemia, o trabalho remoto rapidamente ganhou escala. Posteriormente, evoluiu para um modelo híbrido mais estruturado, no qual colaboradores alternam entre casa e escritório. Segundo previsões do IDC, o trabalho híbrido se tornou um dos pilares do futuro do trabalho em escala global, impulsionando a adoção de novas soluções tecnológicas para planejamento, colaboração e gestão de ambientes corporativos. Portanto, não se trata mais de uma tendência passageira, mas de uma mudança estrutural no modo como as organizações operam.

O avanço do trabalho híbrido e seus impactos no Brasil

No Brasil, os dados reforçam essa transformação. Uma pesquisa do Datafolha aponta que 52% dos brasileiros preferem modelos de trabalho remoto ou híbrido, evidenciando uma mudança clara nas expectativas dos profissionais. Assim, empresas que desejam atrair, reter talentos e manter níveis elevados de produtividade precisam adaptar seus ambientes tecnológicos a essa nova realidade.

Entretanto, apesar da rápida adesão ao modelo híbrido, muitas organizações não se prepararam adequadamente do ponto de vista tecnológico. Inicialmente, o foco esteve em garantir acesso remoto básico aos sistemas corporativos. Contudo, faltou planejamento estratégico para estruturar uma infraestrutura de TI resiliente, segura e preparada para o longo prazo.

Infraestrutura de TI: muito além do acesso remoto

A infraestrutura de TI necessária para sustentar o trabalho híbrido vai muito além de notebooks, celulares e conexões à internet. Ela envolve um conjunto integrado de tecnologias, processos e políticas que garantem performance, disponibilidade, segurança e continuidade operacional, independentemente de onde o colaborador esteja.

Nesse sentido, soluções de colaboração e comunicação corporativa tornaram-se essenciais. Ferramentas oficiais, devidamente homologadas pelas áreas de TI, permitem não apenas a troca de informações, mas também o monitoramento, o controle de acessos e a proteção de dados sensíveis. Dessa forma, as empresas reduzem riscos associados ao uso de aplicações não autorizadas e aumentam a governança sobre seus ambientes digitais.

Além disso, a adoção de VPNs, redes Wi-Fi de alta capacidade e sistemas de monitoramento remoto contribui para uma experiência mais fluida e segura para os usuários. Contudo, há um elemento frequentemente subestimado nesse contexto: a proteção de energia.

A importância da proteção de energia no trabalho híbrido

Em ambientes híbridos, a dependência da infraestrutura elétrica se intensifica. Qualquer falha no fornecimento de energia pode interromper o acesso à internet, causar perda de dados, danificar equipamentos e comprometer a produtividade. Portanto, a infraestrutura de TI precisa considerar não apenas a conectividade, mas também a qualidade e a estabilidade da energia elétrica.

Soluções de proteção de energia, como nobreaks, estabilizadores de tensão, inversores e protetores de rede, desempenham um papel estratégico nesse cenário. A TS Shara, fabricante nacional com mais de 35 anos de atuação, desenvolve equipamentos projetados para proteger dispositivos críticos contra quedas, oscilações e picos de energia.

Assim, ao integrar soluções de proteção de energia à infraestrutura de TI, as empresas garantem continuidade operacional tanto no escritório quanto no home office. Consequentemente, reduzem riscos de paradas inesperadas e aumentam a confiabilidade dos ambientes de trabalho híbrido.

Veja mais: Onde utilizar o nobreak

Segurança da informação e continuidade dos negócios

Outro ponto crítico no modelo híbrido é a segurança da informação. Colaboradores acessando sistemas corporativos a partir de diferentes locais ampliam a superfície de ataque e exigem políticas de segurança mais robustas. Contudo, mesmo as melhores soluções de cibersegurança dependem de energia estável para funcionar corretamente.

Nesse contexto, a proteção de energia atua como uma camada adicional de segurança. Ao evitar desligamentos abruptos e falhas elétricas, os nobreaks e demais dispositivos da TS Shara ajudam a preservar a integridade dos dados, manter sistemas ativos e garantir que processos de backup e desligamento seguro sejam executados corretamente.

Portanto, infraestrutura de TI e proteção de energia devem ser tratadas como componentes indissociáveis de uma estratégia de continuidade de negócios.

Experiência do colaborador e produtividade

Além dos aspectos técnicos, a infraestrutura de TI impacta diretamente a experiência do colaborador. Ambientes instáveis, com falhas frequentes de energia ou conectividade, geram frustração, reduzem o engajamento e comprometem a produtividade. Por outro lado, quando a tecnologia funciona de forma transparente, o profissional consegue focar em suas atividades estratégicas.

Nesse sentido, investir em soluções adequadas de proteção de energia demonstra cuidado com o bem-estar do colaborador e com a eficiência operacional da empresa. Assim, o trabalho híbrido deixa de ser apenas uma alternativa emergencial e se consolida como um modelo sustentável e produtivo.

O trabalho híbrido como processo de evolução contínua

Como destaca Pedro Al Shara, CEO da TS Shara, o trabalho híbrido deve ser encarado como um processo de construção contínua. Inicialmente, é necessário repensar processos, rotinas e experiências. Posteriormente, ajustar tecnologias, políticas internas e modelos de gestão para garantir que todos os profissionais consigam desempenhar suas funções com excelência.

Da mesma forma que as organizações se adaptaram rapidamente ao trabalho remoto, encontrarão caminhos para fazer o modelo híbrido funcionar plenamente. Contudo, esse sucesso depende diretamente de uma infraestrutura de TI bem planejada, resiliente e preparada para lidar com desafios técnicos e operacionais.

O papel estratégico da TI na nova realidade corporativa

Diante desse cenário, a área de TI assume um papel ainda mais estratégico dentro das organizações. Cabe aos gestores de tecnologia avaliar riscos, definir padrões, selecionar soluções confiáveis e garantir que a infraestrutura suporte as demandas atuais e futuras do negócio.

Portanto, investir em infraestrutura de TI não é apenas uma decisão técnica, mas uma escolha estratégica que impacta diretamente a competitividade, a segurança e a sustentabilidade das empresas no longo prazo.

Conclusão

Em suma, o avanço do trabalho híbrido reforça a importância de uma infraestrutura de TI robusta, segura e preparada para a nova dinâmica corporativa. Não basta garantir acesso remoto; é fundamental assegurar performance, proteção de dados e continuidade operacional.

Assim, ao integrar soluções de conectividade, colaboração e proteção de energia como as desenvolvidas pela TS Shara as empresas criam bases sólidas para que o modelo híbrido funcione de forma eficiente, segura e sustentável, hoje e no futuro.

FAQ – Infraestrutura de TI e trabalho híbrido

1. O que é infraestrutura de TI no contexto do trabalho híbrido?

É o conjunto de tecnologias, sistemas, redes e soluções de energia que permitem que colaboradores trabalhem de forma segura e produtiva, tanto no escritório quanto remotamente.

2. Por que a infraestrutura de TI é crítica no modelo híbrido?

Porque sustenta a continuidade dos serviços, a segurança das informações e a produtividade dos profissionais em ambientes distribuídos.

3. Quais são os principais desafios de TI no trabalho híbrido?

Garantir conectividade estável, segurança da informação, monitoramento remoto e proteção contra falhas elétricas.

4. Como a proteção de energia impacta a infraestrutura de TI?

Ela evita interrupções, protege equipamentos sensíveis e garante que sistemas continuem operando mesmo em caso de falhas na rede elétrica.

5. O que acontece se faltar energia durante o trabalho remoto?

Pode haver perda de dados, interrupção de serviços e danos a equipamentos, comprometendo a produtividade.

6. Qual o papel dos nobreaks no home office?

Os nobreaks fornecem energia temporária e estabilizada, permitindo salvar trabalhos, manter a internet ativa e proteger dispositivos.

7. A infraestrutura de TI precisa ser igual em casa e no escritório?

Não necessariamente, mas deve seguir padrões mínimos de segurança, performance e proteção de energia.

8. Como a TI pode padronizar o uso de ferramentas no trabalho híbrido?

Oficializando soluções corporativas, monitorando acessos e definindo políticas claras de uso.

9. O que é continuidade de negócios em TI?

É a capacidade da empresa de manter suas operações mesmo diante de falhas técnicas ou elétricas.

10. Como a TS Shara contribui para a infraestrutura de TI?

Desenvolvendo soluções de proteção de energia que garantem estabilidade, segurança e continuidade operacional.

11. Por que oscilações de energia são perigosas para TI?

Porque podem danificar equipamentos, corromper dados e causar paradas inesperadas.

12. Infraestrutura de TI influencia a experiência do colaborador?

Sim. Ambientes estáveis aumentam produtividade, satisfação e engajamento.

13. O trabalho híbrido exige mais investimento em TI?

Exige investimento estratégico, focado em resiliência, segurança e escalabilidade.

14. Como a TI pode monitorar ambientes remotos?

Por meio de ferramentas de gestão, monitoramento de rede e políticas de segurança.

15. Qual a relação entre TI e produtividade no modelo híbrido?

Uma infraestrutura bem estruturada reduz falhas e permite que o colaborador foque em atividades estratégicas.

16. A proteção de energia é obrigatória no trabalho híbrido?

Não é obrigatória por lei, mas é altamente recomendada para evitar prejuízos operacionais.

17. O que são picos de energia?

São variações abruptas de tensão que podem danificar equipamentos eletrônicos.

18. Como evitar perdas de dados por falhas elétricas?

Utilizando nobreaks, sistemas de backup e políticas de desligamento seguro.

19. Infraestrutura de TI impacta a segurança da informação?

Diretamente, pois sistemas de segurança dependem de energia e conectividade contínuas.

20. O trabalho híbrido veio para ficar?

Sim. Tudo indica que será um modelo permanente, exigindo evolução contínua da infraestrutura de TI.

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