O nobreak para cargas críticas é indispensável em ambientes de saúde que utilizam equipamentos de diagnóstico por imagem, como tomógrafos e ressonâncias magnéticas.
Esses sistemas exigem energia estável e contínua, e qualquer oscilação ou interrupção pode causar falhas graves, perdas de dados ou danos permanentes aos componentes eletrônicos.
Equipamentos como ressonância magnética (RM) e tomografia computadorizada (TC) são fundamentais no diagnóstico por imagem e não podem falhar.
Além de exigirem alta precisão técnica, essas máquinas possuem componentes eletrônicos extremamente sensíveis, e qualquer oscilação ou interrupção na energia pode causar danos irreversíveis ou até comprometer exames em andamento.
Por isso, hospitais, clínicas e centros de diagnóstico precisam contar com nobreaks de alto desempenho, capazes de garantir a continuidade elétrica e a estabilidade da tensão, mesmo em situações críticas.
Neste texto, você vai entender como os nobreaks atuam na proteção de equipamentos de diagnóstico por imagem, por que são essenciais nesses ambientes, e quais critérios devem ser considerados para escolher o sistema ideal.
Por que os equipamentos de imagem são tão sensíveis?
Tanto a ressonância magnética quanto a tomografia computadorizada operam com sistemas complexos que envolvem:
- Geradores de alta frequência
- Gradientes magnéticos
- Detectores digitais
- Estações de processamento de imagem
- Sistemas de refrigeração
- Interfaces de rede e armazenamento
Esses componentes precisam de energia limpa, contínua e estável.
Uma simples queda de energia pode:
- Derrubar o sistema durante um exame
- Gerar perdas de dados ou imagens corrompidas
- Exigir recalibração de sensores e equipamentos
- Danificar circuitos internos por picos de tensão ou retorno abrupto da rede
- Interromper o atendimento e impactar a agenda clínica

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O papel do nobreak nesses ambientes
O nobreak (UPS – Uninterruptible Power Supply) é um equipamento que entra em ação automaticamente quando há falha na rede elétrica.
Mas em ambientes de diagnóstico por imagem, seu papel vai além disso.
Veja o que um nobreak de alto desempenho oferece:
- Estabilização da energia mesmo com a rede ativa
- Imediata transferência para baterias em caso de queda ou oscilação
- Proteção contra surtos, picos e ruídos elétricos
- Alimentação ininterrupta para sistemas críticos, como console, software e servidor de imagens
- Evita a queima de componentes caros e complexos
Ressonância × tomografia: qual a diferença na proteção?
Tomógrafos geralmente possuem consumo energético mais moderado que equipamentos de RM, mas são igualmente sensíveis a picos e interrupções.
Já a ressonância magnética opera com campos magnéticos intensos e sistemas de refrigeração ativa. O desligamento abrupto pode danificar o magneto ou causar perda de hélio (nos modelos com criogenia), o que gera alto custo de manutenção e parada prolongada.
Por isso, a recomendação para equipamentos de RM é utilizar nobreaks com topologia online de dupla conversão, que mantêm uma tensão perfeitamente estabilizada o tempo todo, com transição zero entre rede e bateria.
Qual nobreak escolher para equipamentos de diagnóstico por imagem?
A escolha deve considerar:
1. Potência compatível com o sistema
É essencial somar as cargas de todos os equipamentos ligados ao nobreak (consoles, monitores, servidores, estação de imagem etc.). Em muitos casos, o gerador principal da máquina já possui proteção própria, e o nobreak é instalado para os periféricos e sistemas auxiliares.
2. Forma de onda senoidal pura
Obrigatória para equipamentos médicos. Modelos com onda modificada ou quadrada devem ser evitados.
3. Topologia online de dupla conversão
Mantém a saída sempre isolada da rede, com energia 100% estabilizada. Ideal para sistemas críticos como RM e TC.
4. Baixo nível de distorção harmônica (THD)
A energia fornecida precisa ter qualidade para não interferir na precisão das imagens.
5. Interface de monitoramento
Nobreaks com comunicação via SNMP, Modbus ou USB permitem que a equipe técnica acompanhe o status em tempo real e receba alertas preventivos.

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Nobreaks modulares: solução ideal para centros de imagem
Soluções como a linha TS Tryon Modular, da TS Shara, oferecem vantagens importantes:
- Escalabilidade de potência conforme a demanda clínica
- Redundância N+1 para máxima disponibilidade
- Módulos com hot swap, permitindo manutenção sem desligar o sistema
- Alta eficiência energética (acima de 95%)
- Integração com BMS e supervisórios clínicos
Essas características tornam o sistema ideal para clínicas e hospitais que não podem correr o risco de interrupções.
O que acontece se faltar energia durante o exame?
Sem nobreak, a máquina pode:
- Parar repentinamente, gerando interrupção do exame
- Queimar componentes sensíveis, exigindo manutenção cara
- Corromper imagens e dados do paciente
- Exigir recalibração do equipamento, o que gera horas ou dias de indisponibilidade
- Impactar diretamente o atendimento de pacientes em situações críticas
Com nobreak, a transição é instantânea e segura, garantindo o funcionamento até que o gerador entre em ação ou a rede seja restabelecida.
Conclusão
Equipamentos de diagnóstico por imagem não podem falhar.
Por isso, investir em nobreaks de alto desempenho é investir em:
- Segurança para o paciente
- Proteção do equipamento
- Continuidade do atendimento
- Previsibilidade para a gestão clínica
A TS Shara oferece soluções sob medida para ambientes médicos e hospitalares, com modelos de alta potência, tecnologia modular e suporte especializado.
Se sua clínica ou hospital precisa de energia limpa e ininterrupta para equipamentos sensíveis, fale com um especialista da TS Shara e conheça a solução ideal para o seu ambiente.
Perguntas Frequentes
1. Por que é importante usar nobreak em equipamentos como tomógrafos e ressonâncias?
Porque eles são extremamente sensíveis a quedas de energia e picos de tensão, que podem causar falhas, danos técnicos e perda de exames em andamento.
2. Um nobreak comum serve para proteger uma ressonância?
Não. Ressonâncias exigem nobreaks com onda senoidal pura e topologia online de dupla conversão, além de potência compatível com os sistemas periféricos.
3. Posso proteger apenas os consoles e servidores com nobreak?
Sim. Em muitos casos, a máquina principal tem proteção própria, e o nobreak atua nos periféricos e sistema de TI para garantir continuidade do atendimento.
4. Qual é a autonomia ideal de bateria para esses equipamentos?
Varia conforme o ambiente. Normalmente, entre 5 e 15 minutos é suficiente para manter o sistema até o gerador entrar ou para desligamento seguro.
5. Nobreaks modulares são indicados para centros de imagem?
Sim. Eles oferecem escalabilidade, redundância e manutenção facilitada, sendo ideais para clínicas que crescem e precisam de disponibilidade máxima.
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